LOVE is ONE

Chegamos ao mês onde se comemora o dia de São Valentim ou também designado “dia dos namorados”, Fevereiro o mês do Amor.

Chega o  dia de São Valentim e é um boom de declarações e corações e promoções por todo o lado, um sem número de odes ao Amor a cada “canto” e pergunto-me:

Que Amor é este que comemoramos em Fevereiro?

Nos últimos meses muita coisa me tem sido mostrada, em mim e à minha volta ,sobre isto do Amor e das dinâmicas do Amor e, o que vou expor aqui é fruto da minha própria experiência e vivência pessoal, que vale o que vale, é o que é.

amor romântico =amor de mãe/filho(a)=amor de amigo(a)=amor de irmão=amor entre seres humanos= AMOR

Só há uma vibração de Amor que cabe na equação da relação humana .

Tenho para mim que existe uma família da vibração do Amor e nela cabem alguns parentes como por exemplo a Compaixão e a Amizade. E sim escrevi só amizade em vez da tal amizade verdadeira pois amizade só há uma, assim como o Amor.

Amor só há um, uma só vibração, universal e intemporal.

Nesta vibração entramos no campo do Ser.

Ser AMOR, viver em AMOR e relacionar-mo-nos em AMOR é muito diferente do amor em minúsculas que traz, na sua condição de letras minúsculas de contrato, apego, contra-partida, carência, necessidade e moeda de troca.

As dinâmicas relacionais que esperam algo em troca de, que necessitam de algo para, que dão algo para, que ficam aqui por medo de,  não estão na vibração do Ser Amor.

Estão sim na vibração da falta e da ausência. Estão na vibração do Ego. Estão na vibração da defesa/ataque. Estão na vibração do vazio do não Ser.

São vivências relacionais do eu que se vê separado, isolado, carente e necessitado de algo.

O EU Amor, o EU totalitário sabe que é uno com o Todo, Sabe que o seu irmão é seu semelhante, sabe que alberga em si um universo tão vasto que o aproxima de tudo e todos em vez de separar.

E não o sabe porque fica bonito e é new age dizer estas coisas, mas  sabe porque  sente na carne e no espírito o outro seu semelhante como sua extensão.

E que responsabilidade que isto traz pois aqui, nesta consciência, percebemos que:

O que faço a mim faço-o ao outro e o que o outro faz a si mesmo repercute-se em mim. 

Aqui saímos da responsabilidade da actuação individual e entramos na responsabilidade inter-pessoal, começamos a ver-nos como partes de um TODO maior que tudo interliga e une, longe da actuação separada e isolada

E que responsabilidade que passamos a ter aqui, neste nível de consciência.

Que neste mês do Amor te relaciones em dinâmicas mais conscientes e mais possibilitadoras de crescimento pessoal.

A Tua Super Coach,

Teresa Vilhena

Se queres saber como desenvolver um nível de consciência mais elevado marca aqui a tua sessão comigo.

 

 

 

 

 

Anúncios
Categorias BlogTags , , , ,

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

w

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto:
search previous next tag category expand menu location phone mail time cart zoom edit close