3 escolhas para se ser feliz

Quando vemos a vida pelo lado de fora, como espectadores do que nos acontece, concluímos que muito pouco ou quase nada controlamos.

Desse ponto de vista concluímos que, muitas das vezes, há acontecimentos e eventos da vida sobre os quais não temos qualquer controlo.

A verdade é que, uma das causas da nossa infelicidade, é acreditarmos que não temos qualquer controlo sobre a nossa vida.

Esta crença de que a vida nos acontece, independentemente do que possamos ou não fazer, dá-nos uma sensação de impotência, medo e até desespero conduzido-nos à infelicidade.

Uma vez uma amiga disse-me:

” O verdadeiro controlo não está no que nos acontece mas sim, em como reagimos ao que nos acontece.” 

Um dos segredos para a nossa felicidade é, portanto, mudar a crença de que a vida é um fenómeno que nos acontece para:

 – Eu assumo as rédea da minha vida ao assumir, a minha responsabilidade sobre a forma como reago, aos acontecimentos da mesma. 

Este assumir de responsabilidade abre-nos as portas para a verdadeira felicidade pois torna-se libertador saber que há escolha.

E nos acontecimentos das nossas vidas que nos parecem negros, maus e/ou desesperantes há três atitudes fundamentais a tomar para apaziguar e transformar a sua carga:

  1. Aceitar e abraçar a situação pelo que ela é. Durante muito tempo estive numa situação profissional na qual me sentia profundamente infeliz.  No dia em que, tomei consciência que ter e manter aquele trabalho era uma escolha somente minha, bem como, a forma como me relacionava com essa escolha, toda a situação ganhou uma outra dimensão na minha vida e sai da posição de vítima da minha própria vida para:– Eu assumo as rédea da minha vida ao assumir, a minha responsabilidade sobre a forma como reago, aos acontecimentos da mesma.   
  2. Mudar a situação e a forma como me sinto em relação à situação. Na altura decidi manter o emprego mas, para o bem do meu equilíbrio emocional, tinha de mudar algo. O que mudei? A forma como me relacionava emocionalmente com o ter e manter aquele trabalho. A forma como me relacionava com as pessoas que me faziam ter vontade de me despedir. A forma com que me relaciona com os meus colegas de trabalho. 
  3. Deixar a situação. A opção mais imediata que me ocorria era despedir-me e, saber que tinha essa opção tirava-me  a tal sensação de impotência, mas essa opção deve ser tomada não a partir do desespero de “Já não aguento mais, quero sair daqui!” mas de um lugar em que em paz e serenidade eu “Deixo a situação pois a longo prazo eu sei o que me fará mais feliz .

 

E ,não, efectivamente não podemos controlar o que nos calha na lotaria da vida mas, como me dizia a tal amiga, podemos sim decidir o que fazemos com o que nos “calha na rifa” e, ai sim, assumimos o lugar de condutor da nossa própria vida rumo à  felicidade.

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