Á(o) juíz(a)que há em ti!

Dizemos, ao colega de trabalho, ao chefe, aos filhos, ao amigo, à amiga, aos companheiros:

– Tem calma que sou só um(a)!

Pedimos aos que nos rodeiam que tenham calma connosco, que sejam tolerantes, pacientes, benevolentes, etc e tal…

E depois…

E depois, há uma vozinha cá dentro que tem tolerância zero para si própria.

Que está sempre pronta a dizer de sua justiça, a proferir a sua sentença.

Sabes, a  essa vozinha, também convém dizeres para ter calma contigo.

Dizeres-lhe, que estás a dar o teu melhor.

Contares-lhe, as vitórias que alcançaste.

Falares-lhe dos medos que se esbateram

Fazê-la sentir as pazes que se fizeram e os perdões que foram feitos.

E, também a ela, ser tolerante.

Ela pôde habitar dentro de ti toda esta existência e vai continuar a ditar as suas sentenças.

Se também tu, tiveres calma com ela na mesma medida em que a ensinas a ter calma contigo, com o tempo as suas sentenças serão cada vez mais leves e o tom da sua voz cada vez mais suave.

Até que chega ao dia em que ela te libertará dessa “pena” do julgamento próprio.

Para lidares melhor contigo lê também o post Humanizar o erro próprio.

 

 

 

 

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