Light in the Darkness

“There is no darkness you cannot go into and find your way out it” – Byron Katie”

Light in the Darkness—The Work of Byron Katie

Bolsa de acesso ao Universo SUPERPOWER

O que são, para que servem e a quem se destinam as Bolsas?

A SUPERPOWER entrou numa nova fase e abriu uma componente Academy (Academia) com o intuito de disponibilizar Bolsas de Desenvolvimento Pessoal e fazê-lo assim chegar a quem não tem recursos financeiros suficientes para investir em formações e/ou acompanhamento individual cujo o objectivo é o de alcançar desenvolvimento e crescimento pessoal e aquisição de auto-conhecimento, bem como ferramentas de superação de limitações/bloqueios, que conduzem à manifestação do potencial inato do indivíduo, o semear da semente que existe em cada um.

Estas bolsas dão acesso directo e gratuito aos seguintes serviços do Universo SUPERPOWER:

  • Sessão SUPERPOWER-Qual é o Teu?,
  • Programa de Coaching “Power Your SELF&SOUL”,
  • Formações/Workshops de Coaching e Mindfulness,
  • Sessões de meditação do Programa “Energy Balance” (individuais e/ou em grupo).
  1. As candidaturas estão abertas até dia 31 de Novembro e contemplam duas fases:
    * 1 ª Fase – 23 de Outubro a 11 de Novembro – resposta a questionário para seriação dos candidatos;
    * 2 ª Fase – 12 e 19 de Novembro– entrevistas aos candidatos seleccionados na 1 ª Fase no seguimento do questionário preenchido pelos mesmos na fase anterior.
  2. A terceira fase é apenas de comunicação final dos resultados do processo de selecção: * 3 ª Fase – 23 de Novembro – Resultados finais da atribuição da bolsas. Comunicação por e-mail aos candidatos seleccionados para 2 ª Fase.
  3. Para formalizar a candidatura basta responder e submeter o seguinte questionário: Aqui
  4. Para entrares em contacto com a SUPERPOWER e esclareceres alguma questão ou dúvida que tenhas sobre as bolsas e/ou sobre este processo podes usar o formulário abaixo para nos contactares:

     

    Há todo um Universo para explorar e descobrires dentro de ti. Este é o primeiro passo de uma grande viagem. Até já 😉

” Uma longa viagem começa com um único passo” – Lao-Tsé

Realidade(s)

“Ao questionar as minhas verdades internas acontece também o seguinte fenómeno: retiro-me da posição de actriz/actor da cena principal e coloco-me na posição de realizador e observador da mesma. Nesta posição, posso fazer cortes, posso fazer alterações, posso assim alterar a percepção do que vejo e sinto e, consequentemente, penso sobre o que vejo e sinto e, consequentemente, o que esse pensar sobre o que sinto e vejo me faz sentir.” Por Teresa Vilhena

#perspectiva #olhar #viver #reportersombra

Mergulho em mim

Um caminho de consciência de nós, de quem somos, é como um mergulho dentro de nós próprios, cada vez mais profundamente, cada vez a um nível mais profundo e complexo. Camada após camada vamos descobrindo e entrando em contacto com partes nossas que vamos, integrando, diluindo, aceitando, compreendendo e perdoando. Este mergulho até ao mais íntimo de nós, até ao que há de mais sagrado em nós, aproxima-nos, cada vez mais, do nosso centro, de quem realmente somos, das nossas forças interiores, do nosso verdadeiro caminho. Camada após camada assim vamos ao encontro do nosso EU mais elevado e autêntico numa perfeita integração entre a nossa alma e a nossa humanidade.

Ilusão

Tantas são as vezes que sofremos com as ilusões que criamos sobre os outros, sobre relações, sobre projectos, sobre novas oportunidades de trabalho, etc…

Estas ilusões dizem mais sobre nós, sobre a nossa realidade e o nosso mundo interior, do que propriamente sobre o que está fora de nós, e sobre o qual criamos expectativas e consequentemente ilusões.

O que fazer à ilusão?

Tirar-lhe o toque do imaginário e confronta-la com a realidade.

Como o fazer?

Nada melhor que a honestidade de falarmos com o que está fora de nós sobre estas nossas representações internas que são, o que sentimos, o que pensamos, o que elacionamos, o que imaginamos, o que espectamos, etc…

Vai, faz, diz, abre-te e verás que te libertas dessa dor que as tuas ilusões te estão a criar.

Valentia

“(…) a nossa procura da felicidade é frequentemente dilacerante, porque somos movidos por dois desejos contraditórios: o bem-estar e a superação. Precisamos de estar confortáveis e precisamos de criar alguma coisa de que nos sintamos orgulhosos , e pelo qual nos sintamos reconhecidos. Uma actividade que dê um sentido à nossa existência, por muito ilusório que esse sentido seja. Temos, pois, que harmonizar desejos contraditórios. Precisamos construir a casa e descansar nela. Precisamos estar refugiados no porto e a navegar. (…) A procura obsessiva do bem-estar fomenta o medo, converte-nos a todos em submissos animais domésticos, e a submissão é a solução confortável – e por isso amnésica – do receio. A valentia, pelo contrário, liberta-nos, mas – incómoda contrapartida – faz-nos perder parte do bem-estar. Faz despertar no gato modorrento o felino livre que vive, sem dúvida, menos cómodo, sem aquecimento, sem cestinho, sem comida pronta, e sem afagos. Lança-nos ao descampado, que é o território da liberdade e da criação.”

Em: O medo (tratado sobre a valentia) de José António Marina. 

Pára_Entra(emTi)_Respira

Quando estiveres à beira de explodir ou a perder o controlo PÁRA, encontra um lugar onde possas estar sozinho e contigo mesmo, fecha os olhos, ENTRA em contacto com tudo o que está ai bem DENTRO de TI e RESPIRA, respira bem fundo, volta a respirar até que a onda que te levou a esse lugar tenha perdido a sua força e se tenha esbatido com a cadência da tua respiração.

Recomeços

«O fim de uma viagem é apenas o começo de outra. É preciso ver o que não foi visto, ver outra vez o que se viu já, ver na Primavera o que se vira no Verão, ver de dia o que se viu de noite. (…) É preciso voltar aos passos que foram dados, para repetir e para traçar caminhos novos ao lado deles. É preciso recomeçar a viagem. Sempre.»

| José Saramago |

Entre a Terra e o Céu

Quando negamos olhar para a nossa sombra, fingindo que ela não existe, e simultaneamente negamos abraçar a nossa luz por ela nos trazer a responsabilidade de viver os nossos dons, vivemos adormecidos, tentando ingloriamente ora não cair no penhasco da sombra ora não voar rumo aos céus de luz.

Que desgaste de energia que isto traz!

Aceitar, largar o controlo, entregarmo-nos ao supremo plano, amarmo-nos por tudo o que somos, mesmo que o tudo esteja cheio de imperfeições aos nossos olhos, e deixar que o manto de ilusão onde nos movemos caia e, assim talvez, consigamos ver verdadeiramente todo o especto de luz e sombra que somos e no qual nos movemos.

Esta é uma escolha que depende unicamente de nós!

Evolução

Por vezes o nosso coração é inundado pela escuridão da raiva, da inveja, da culpa, do ódio ou do ciúme.

O que fazer com estas sombras que por vezes nos invadem? Como transmutar estas sombras que entram no nosso coração?

Assim como o céu visto da Terra pode ser inundado por uma chuva de estrelas cadentes também o nosso coração pode ser subitamente inundado por uma torrente de luz. É esta luz que transmuta um coração carregado de escuridão.

E o que é esta luz na dimensão da nossa vivência e existência humana?

Esta luz chama-se Tristeza. É ela a estrela cadente que pode irromper pelo nosso coração dentro e transmutar estes pedaços de céu negro que lá habitam. A mais pura tristeza é alquímica, é purificadora e esgota-se na sua vivência.

Como se vive a tristeza?

Para-se e sente-se, simplesmente e somente isto. E neste estar e sentir em quietude, sem combate, sem resistência, sem debate e em aceitação pela sua presença em nós, ela inunda-nos e transforma-nos.

Como sabemos que ela no convida a vivê-la para evoluirmos?

Quando o nosso peito aperta, quando sentimos uma dor na zona do peito, quando sentimos um bloqueio na nossa vida que nos impede de avançar, quando sentimos angústia, quando os nossos olhos deixam de brilhar, quando a vida perde o sabor da aventura e do entusiasmo por simplesmente se estar vivo, quando desacreditamos, quando somos invadidos pelo desespero, quando passamos a só ver tons de cinza nos fragmentos da nossa vida. Todos esses sinais (e ouros mais) são um convite à vivência da tristeza contudo, esta vivência, é um momento que se esgota e se finda em si mesmo, não é um calvário de sofrimento e de vitimização que se prolonga no tempo.  

A tristeza tem um prazo de validade.

Que no nosso processo de evolução tenhamos presente que não há sombra sem que haja luz. Assim como no negro céu também brilham estrelas também dentro de nós há sombra e luz, vida e morte, evolução e estagnação. 

A escolha é nossa e evoluir depende apenas dessas nossas escolhas.

A nossa evolução é unicamente uma responsabilidade individual.

Tornar-se Pessoa

“Se me permito a mim mesmo compreender, na realidade, uma outra pessoa, é possível que essa compreensão acarrete uma alteração. E todos nós temos medo de mudar.” – Carl Rogers em Tornar-se Pessoa. 

Fluxo de Vida

“O primeiro passo para viver em fluxo é,(…),viver quem somos, em cada sopro de vida, em cada decisão tomada, a cada Não, a cada porta que se fecha, a cada passo que se dá, a cada queda, a cada olhar, sem medo, sem dúvidas, sem certeza se vai dar certo, mas com a certeza que estamos a ser” – por Teresa Vilhena em “Fluxo de Vida”

O Teu lado Sombra

 

“Darmos à nossa sombra o nosso profundo amor é a chave para a sua libertação das profundezas da escuridão. À luz do nosso amor a nossa sombra tem espaço para ser transmutada, enfraquecida ou destruída pois o seu destino serve apenas a máxima expressão e vivência de tudo aquilo que somos e negamos que éramos.” Por Teresa Vilhena em “O Teu Lado Sombra”

VOA com SUPERPOWER” O Workshop que promete transmutar Medos e Bloqueios, chega à 3ª edição no mês de Junho

 

Imagina um lugar onde podias ser simplesmente como és, onde as tuas gaiolas interiores e os teus receios fossem acolhidos e transformados.

Querias estar num lugar assim?

Esse lugar existe e o VOA leva-te até lá.

Mais do que um Workshop, é um momento de um grande Desenvolvimento Pessoal como se sente nalguns testemunhos das edições anteriores:

“Workshop fantástico. Foi transformador, esclarecedor e trouxe uma paz enorme bem como uma quantidade de energia e vontade de voar mais alto. Muito obrigado. ” – Diogo Marçal

“Transformador! Não são todos os dias em que nos permitimos voar, mas nesses momentos que seja com uma excelente equipa como esta! Um mergulho interior que serve apenas de rampa de lançamento para alcançar as chaves que destrancam as portas dos nossos sonhos mais longínquos. Um sincero obrigado!” – André Moita

“Uma tarde Transformadora, uma tomada de consciência brutal, uma partilha genuína, um ambiente seguro para mostrar o mais íntimo de mim. Descobri que tenho asas… Espero um VOA 2 para partilhar convosco por onde andei a voar. Um grupo incrível! Sem palavras.(…)Estou verdadeiramente agradecida por esta possibilidade de olhar para dentro de mim com o vosso olhar. Teresa Vilhena o voa é de facto um projecto cheio de amor e isso faz toda a diferença. Um grande abraço” – Inês Anjo

Se estas palavras ecoaram em ti inscreve-te na próxima edição, já há lugares reservados, sendo que 8 é o limite máximo de participantes, neste voo exclusivo e único.

A 3ª Edição tem já data marcada para dia 4 de Junho no espaço Sopro d´alma.

Para mais informações voa@superpower.pt

Embarca já nesta aventura e vem “VOAr com a SUPERPOWER”.

Contigo nesta viagem,

Teresa Vilhena (Coach Transformacional) e Telma Xavier (Psícologa Clínica)

Reflexos

” Vivemos em constante relação com o outro e essa relação, seja ela qual for, é sagrada, pois é nela que nos encontramos, que nos vemos refletidos e assim nos descobrimos.” Por Teresa Vilhena em Reflexos

O Fogo do Espírito

É fácil dizer que tudo na vida tem um ensinamento, um lado ou aspecto positivo, mas sejamos sinceros, quando estamos no fundo de um buraco bem fundo, onde não entra nem uma nesga de raio de luz, é bem desafiante acreditar que , fora daquele buraco, o sol brilha quente e radioso!

Acontece que, por vezes, o propósito de estarmos sós, no fundo de um buraco bem escuro, onde nenhuma luz entra, é, efectivamente, começarmos a tocar a luz de um sol que habita não fora, mas bem dentro de nós.

Um lugar bem escuro, leva-nos a acender e a aquecer-nos na lareira do fogo do espírito que habita em nós, pois só na noite, no breu, no escuro, o fogo se torna belo, luminoso e uma hipnotizante alquimia natural.

Como se a noite da alma permitisse a este fogo alquímico, que é o espírito, renascer e transformar-se  mostrando assim , aos nossos olhos mortais, a beleza dos seus contornos, o calor da sua essência, o poder da sua chama, as diversidade das cores das suas labaredas e a força do seu ardor.

A força que esquecemos que temos quando estamos em lugares bem negros.

Quando recuperamos a visão sobre nós mesmos, sobre a nossa beleza, o nosso potencial, sobre as particularidades que são só nossas, o poder dos nossos dons, a nossa força interior, começamos a escalar aquele buraco com toda a nossa força intrínseca e visceral, querendo respirar toda a vida que podemos respirar num só sopro, sentindo o coração a bater galopante pelo esforço hercúleo que estamos a fazer para sair dali, daquele buraco, pois estamos vivos e, queremos viver mais, e em mais sintonia com esse fogo que arde em nós.

Até que saímos do buraco e voltamos a sentir, no rosto e no corpo, o calor dos primeiros raios de Sol da Primavera e percebemos que há muito já os sentíamos, pois o maior calor não é o que nos aquece por fora, mas o que aprendemos a sentir e a reconhecer no fogo que arde cá dentro.

Com amor ❤

Teresa Vilhena

 

 

AMOR Maior|Parte 1

É fácil dizer “AMO-TE” difícil é mesmo AMAR.

Tenho três seres na minha vida que me fizeram sentir, na carne e na alma, o real sabor do AMOR.

Um é de quatro patas e a sua forma de comunicar não é humana pois, ladra, rosna, também ressona, enfim… O seu nome podia ser “Mel”, pela cor do pêlo e pelo doce que é para as pessoas, por vezes acho que tem alma humana, pela forma de nos olhar e pela alegria ao receber mimos de nós humanos.

Não foi “Mel” o nome que lhe demos mas sim Puka, o nome de uma marca de chá que costuma haver cá por casa.

Carta de Amor à Puka:

PUKA:

Escolhi-te pelo ar triste que tinham os teus olhos,eram uns olhos verdes tremendamente doces e tristes. No fundo ao resgatar-te estava a tentar salvar uma parte minha igualmente triste e abandonada, como tu foste, juntamente com os teus irmãos, minha Puka. 

Fizemos ainda uns quilómetros para te ir buscar…Teríamos feito mais… Teria feito muito mais pois tu já tinhas uma missão a cumprir comigo. 

Poucos sabem a missão pesada que trazias contigo (Só o teu dono e tu é que sabem)… Por isso fizemos os tais quilómetros para te trazer para a casa que, agora, também é tua.

Quando chegaste a nossa casa estavas cheia de Medo e ficaste a um canto a ganhar confiança. Parecia que tinhas detectado o sentimento que há muito vivia dentro daquelas parede: o MEDO.

A tua, agora, dona, tinha desenvolvido Medo pelo mundo, medo pela vida.

O mundo tinha-se transformado num lugar que me aterrorizava, até o dobrar da esquina ao fundo da rua me parecia difícil de fazer. Fiz um esforço enorme para te ir buscar, a quilómetros de distância da minha zona de conforto, que se tinha tornado a casa que agora, também é tua.

Tinha decidido que serias a minha escudeira nesta luta contra esse papão de nome MEDO. 

Agora, passado uns anos da tua chegada, sei que  a tua Missão era bem maior que esta.

A tua verdadeira Missão era mostrares-me o Amor incondicional que tens por mim. O teu Amor por mim é imenso e fazes questão de o mostrar, quando chego a casa, quando saímos para passear, quando te atiro paus e tu mos trazes toda contente por estar a brincar contigo, quando te dou mimos, quando chegas ao pé de mim toda suja e mesmo assim sorrio quando vejo os teus olhos contentes como os de uma criança que andou a saltar numa poça de lama. 

Minha Puka, contigo aprendi o que é isso do Amor, do amar incondicional, do amarmos incondicionalmente e da expressão incondicional desse mesmo AMOR.

Sou uma sortuda por te ter na minha vida.

Ser-te-ei eternamente grata por esta lição, minha doce e guerreira Puka.

PS – Amo-te até ao infinito e mais além 😉 

 

 

 

 

“A vida é uma aventura ousada ou nada” – Helen Keller

Na primeira edição do VOA  tinha umas frases inspiradoras para cada pessoa tirar à sorte e, por graça, eu também tirei .

A citação da Helen Keller : “A vida é uma aventura ousada ou nada”, foi a que me calhou na rifa.

Recordo-me de sorrir meio sarcasticamente e pensar: ” Esta frase neste momento não me faz qualquer sentido!” e, de seguida, oiço outra voz na minha cabeça: “Neste momento pôde não te fazer mas guarda-a bem perto de ti”.

Nos últimos tempos esta citação tem estado bem presente em mim e, sempre que me deparo com um novo desafio, um obstáculo que parece intransponível, quando começo a duvidar desta aventura que é a SUPERPOWER, desta aventura e responsabilidade que é acompanhar processos de desenvolvimento e crescimento pessoal de outros seres-humanos, quando me deparo com encruzilhadas, aparentes becos sem saída, lembro-me dela.

Ela relembra-me que a história é feita dos que sonham, dos que ousam encontrar novos e inovadores caminhos, dos que se aventuram a conhecerem-se e que, se cada um cumprir o seu papel na sua própria jornada individual, a vida já valeu a pena e já ganhou propósito.

Ousem viver a vossa própria aventura.

Que a SUPERPOWER seja para vocês uma aventura tão ousada e transformadora como tem sido para mim.

Convosco nesta viagem,

Teresa Vilhena

 

 

 

Raízes

Os mais recentes artigos SUPERPOWER, para o site Repórter Sombra na categoria lifestyle, levam-nos às raízes pois, quando estamos enraizados e em contacto com o corpo e os 5 sentidos, estamos mais presentes e em integração:  Presença Enraizada e SOS Ansiedade.

 

POWERYOURSELF |POWER YOUR LIFE with SUPERPOWER

poweryourself

Leonardo Mansinhos SUPERPROFILE

 

A entrevista a Leonardo Mansinhos para ouvir  na rubrica SUPERPROFILE.

logosite

 

Biografia: Nasceu em Lisboa em 1980 sob o signo de Virgem e com Ascendente Capricórnio.

Quando era pequeno descobriu uma paixão por música, livros e por escrever, o que o fez não só escrever algumas músicas (entretanto perdidas), como também ter participado durante alguns anos no jornal da Escola Secundária da Amadora e, inclusivé, ver um texto publicado no já falecido DN Jovem.

Licenciado em Organização e Gestão de Empresas pelo ISCTE, trabalhou durante quase uma década nas áreas de comércio, gestão e, principalmente, Marketing, o que lhe trouxe experiência e conhecimentos valiosos para o grande projecto que tem desde 2009.

Desde muito cedo interessou-se por aquilo a chama de ciências esotéricas. Começou como autodidacta há mais de uma década em diversos temas esotéricos, nomeadamente em Astrologia, que sempre o fascinou. Descobriu no Tarot uma verdadeira paixão e durante alguns anos estudou este maravilhoso oráculo. Mas houve um momento em que sentiu que deveria dar o passo em frente e foi fazer um maravilhoso curso com a taróloga e amiga Vera Xavier, que tanto lhe ensinou! Outro momento houve em que decidiu aprofundar e consolidar os seus conhecimentos de Astrologia, tendo iniciado estudos no CEIA, com outro professor e amigo, João Medeiros.

Hoje dedica-se a esta paixão através das consultas de Tarot e Astrologia, assim como de formação, palestras e artigos nas mesmas áreas. Em 2009 co-fundou a Sopro d’Alma, um espaço de terapias holísticas e complementares, dedicado ao ser humano e onde dá as suas consultas, cursos e palestras. Em Maio de 2012 participou no evento Mês Internacional de Tarot que se realizou em Lisboa numa Mesa Temática sobre “O Futuro de Portugal e do Mundo”.

Procura, acima de tudo, ser um Ser todos os dias melhor, pondo-se ao serviço da sociedade através de tudo o é.

 

 

3 escolhas para se ser feliz

Quando vemos a vida pelo lado de fora, como espectadores do que nos acontece, concluímos que muito pouco ou quase nada controlamos.

Desse ponto de vista concluímos que, muitas das vezes, há acontecimentos e eventos da vida sobre os quais não temos qualquer controlo.

A verdade é que, uma das causas da nossa infelicidade, é acreditarmos que não temos qualquer controlo sobre a nossa vida.

Esta crença de que a vida nos acontece, independentemente do que possamos ou não fazer, dá-nos uma sensação de impotência, medo e até desespero conduzido-nos à infelicidade.

Uma vez uma amiga disse-me:

” O verdadeiro controlo não está no que nos acontece mas sim, em como reagimos ao que nos acontece.” 

Um dos segredos para a nossa felicidade é, portanto, mudar a crença de que a vida é um fenómeno que nos acontece para:

 – Eu assumo as rédea da minha vida ao assumir, a minha responsabilidade sobre a forma como reago, aos acontecimentos da mesma. 

Este assumir de responsabilidade abre-nos as portas para a verdadeira felicidade pois torna-se libertador saber que há escolha.

E nos acontecimentos das nossas vidas que nos parecem negros, maus e/ou desesperantes há três atitudes fundamentais a tomar para apaziguar e transformar a sua carga:

  1. Aceitar e abraçar a situação pelo que ela é. Durante muito tempo estive numa situação profissional na qual me sentia profundamente infeliz.  No dia em que, tomei consciência que ter e manter aquele trabalho era uma escolha somente minha, bem como, a forma como me relacionava com essa escolha, toda a situação ganhou uma outra dimensão na minha vida e sai da posição de vítima da minha própria vida para:– Eu assumo as rédea da minha vida ao assumir, a minha responsabilidade sobre a forma como reago, aos acontecimentos da mesma.   
  2. Mudar a situação e a forma como me sinto em relação à situação. Na altura decidi manter o emprego mas, para o bem do meu equilíbrio emocional, tinha de mudar algo. O que mudei? A forma como me relacionava emocionalmente com o ter e manter aquele trabalho. A forma como me relacionava com as pessoas que me faziam ter vontade de me despedir. A forma com que me relaciona com os meus colegas de trabalho. 
  3. Deixar a situação. A opção mais imediata que me ocorria era despedir-me e, saber que tinha essa opção tirava-me  a tal sensação de impotência, mas essa opção deve ser tomada não a partir do desespero de “Já não aguento mais, quero sair daqui!” mas de um lugar em que em paz e serenidade eu “Deixo a situação pois a longo prazo eu sei o que me fará mais feliz .

 

E ,não, efectivamente não podemos controlar o que nos calha na lotaria da vida mas, como me dizia a tal amiga, podemos sim decidir o que fazemos com o que nos “calha na rifa” e, ai sim, assumimos o lugar de condutor da nossa própria vida rumo à  felicidade.

Leituras relacionadas:

O que tens e queres manter?

Autenticidade=Liberdade

 

O Teu caminho

Quando todas as tuas células, todo o teu ser e a tua mente brilhante, vibram, pelos passos que estás a dar, pelos sonhos que estás a seguir e pelas ideias que estás a materializar, continua.

Continua nesse trilho que, só tu, pôdes percorrer, continua sempre seguindo o teu caminho. Desvia o olhar dos caminhos do lado, acredita que o teu caminho é sempre o melhor para ser percorrido por ti.

Não desvaneças nas encruzilhadas, nos becos, nos sopés das montanhas ou nos pântanos lamacentos.

Pensa duas vezes antes de apanhares uma boleia, seguires um atalho ou cortares caminho.

Desfruta de toda a paisagem, sem julgar ou catalogar. Apenas aprecia e observa as vistas que o teu caminho tem para te dar.

Agradece qualquer mudança no tempo da tua caminhada. Agradece o sol, o frio, a chuva, mesmo o vento que dificulta o teu avanço, que te faz recuar dois passos a cada um que dás em frente, mesmo a esse vento, que teima em contrariar o teu avanço, agradece.

Confia que o sol é para te aquecer, o frio para te recolheres, a chuva para te resguardares, o vento para te redobrar a força nas pernas e a coragem na alma.

Confia, pois esse é o teu caminho, está feito e talhado para só tu o conseguires percorrer.

Confia que as tuas pernas não vão vacilar, que a dúvida não te vai esmorecer.

Confia, pois esse caminho foi escolhido por ti, há muito tempo, e tens em ti, bem dentro de ti, uma bússola que como um GPS te guia.

Usa a tua intuição ela é só tua.

Usa-a, a cada beco a que chegas, em cada encruzilhada com que te deparas, quando perdes o norte, quando o nevoeiro desce e deixas de saber onde estás e por onde ir.

Confia em ti e segue o teu caminho.

Tu sempre soubeste o caminho até tua casa.

 

 

“KEEP YOUR HEAD UP|KEEP YOUR HEART STRONG”

A ti 2017, que estás já ai ao virar da esquina, peço-te que me lembres de:

Andar de Cabeça erguida por ter orgulho de ser quem sou e na pessoa em que me estou a transformar.

Ter o coração aberto a cada momento, dos dias que vais trazer contigo, para que eu consiga vibrar, sempre, na energia do Amor, por mim, pelos meus, pelos que me desafiam, pelos que estou a aprender a amar, pelos que chegaram, pelos que não me veem, pelos que me deixaram de ver, pelos que partiram, pelos que me julgam, por todos aqueles que se cruzam na minha linha da vida.

Ter a mente alinhada com o meu coração e com o que Sou. Que a minha mente sadia seja minha aliada para que, me faça cumprir, para criar, para sonhar, para construir, para me , para persistir, para insistir, para me manter fiel a tudo o que sou e ao que ainda posso ser.

Para que nos teus 365 dias eu seja, cada vez mais, humana comigo e com os outros seres que partilham esta minha existência.

É isto que desejo para ti meu 2017.

A ti 2016 quero agradecer-te por tudo o que me trouxeste, o que me ensinaste, sobre mim, sobre isto de ser humano, sobre o que é amar, sobre vencer medos, sobre materializar sonhos.

Guardar-te-ei, eternamente, na memória como o ano que me transformou, que me ensinou que as respostas estão sempre dentro de mim, que a intuição é  a minha maior bússola, que o amor é sempre o melhor caminho e que onde há medo é para seguir em frente e que, acima de tudo, me mostrou que dentro de cada um há sempre, SEMPRE, capacidade para AMAR.

“KEEP YOUR HEAD UP|KEEP YOUR HEART STRONG|KEEP YOUR MIND SET” Ben Howard in Keep your head up

Autenticidade=Liberdade

O tema Liberdade sempre pautou a minha vida. Fugi durante muito tempo. Fugi de coisas e/ou situações que sentia condicionarem-me ou aprisionar-me. Mudei de cidades, de relações, de trabalhos. Quando me sentia “presa” mudava ou fugia para outro sítio, lugar e/ou relação.

Tudo em prol da “minha Liberdade”, tão valiosa que ela era para mim.

Liberdade, a minha pátria tinha o seu nome, o meu hino era o som da sua pronuncia, repetida vezes sem conta:

LIBERDADE, LIBERDADE, LIBERDADE

Foram precisas muitas fugas, em nome desta pátria minha, para perceber que do que realmente fugia era de mim, e que a minha pátria era, apenas, o Bode expiatório para a minha fuga.

Hoje ressignifiquei a palavra Liberdade.

Hoje, para mim, ela é sinónimo de AUTENTICIDADE.

Haverá maior Liberdade que sermos nós, sem filtros, sem máscaras, com toda o nosso espectro de cor, luzes e sombras?!

Hoje, digo e assumo, que o meu maior desafio é ser autêntica, com tudo o que isso implica, com os outros e acima de tudo comigo! É preciso CORAGEM para se ser autêntico!

E hoje do que gosto mesmo é de coisas e pessoas autênticas.

Como AMO pessoas autênticas!

Pessoas que dizem e fazem o que lhes vai na alma.

(Diz-se que os malucos é que dizem e fazem o que lhe dá na real gana.

Eu digo que o que mais falta por aí, é uma dose maior de “maluquice” neste Mundo!)

Apesar de tantas vezes a autenticidade custar um preço alto, e para alguns eu sei que custa e mesmo MUITO! Digo às pessoas autenticas que conheço que, vale a pena, que as AMO por serem assim, que são uns guerreiros com um coração gigante. E que continuem a acrescentar ao mundo essa dose de Autenticidade, que ate pôde ser meio amalucada, mas isso faz parte da essência de se ser AUTÊNTICO.

PS – Dedico estas palavras a todas as pessoas autênticas que conheço 

O Rosto da Solidão

Nas últimas semanas tenho-me encontrado com o rosto da solidão.

A vida tem destas coisas engraçadas e, nos momentos certos, começa a trazer-nos reflexos de coisas que já fomos, partes em nós que ainda existem e precisam de colo ou partes que já curamos, e que podem trazer a outros mais alento, um sorriso ou apenas um abraço.

O rosto da solidão anda disfarçado em sorrisos, anda abafado no corre corre do dia-a-dia onde se finge nem haver tempo para o ver, anda no meio de amigos em páginas de redes sociais, está por detrás de um like numa frase que toca naquele ponto que dói.

Durante muito tempo conheci o seu rosto e é por o conhecer tão bem que o reconheço ,quase num instante, no rosto de um amigo, conhecido ou transeunte.

Este rosto suplica um abraço, um beijo, um frase:

“Estou aqui. Consigo ver-te. Conheço o sabor dessa solidão. Não estás só.”

Hoje voltei a ver este rosto e decidi dar-lhe um abraço.

Aquele abraço que em tempos, gostava que me tivessem dado se, ao me VEREM, vissem também  este “rosto da solidão”.

PS- se virem este rosto por aí, dêem-lhe um abraço.

 

 

 

Á(o) juíz(a)que há em ti!

Dizemos, ao colega de trabalho, ao chefe, aos filhos, ao amigo, à amiga, aos companheiros:

– Tem calma que sou só um(a)!

Pedimos aos que nos rodeiam que tenham calma connosco, que sejam tolerantes, pacientes, benevolentes, etc e tal…

E depois…

E depois, há uma vozinha cá dentro que tem tolerância zero para si própria.

Que está sempre pronta a dizer de sua justiça, a proferir a sua sentença.

Sabes, a  essa vozinha, também convém dizeres para ter calma contigo.

Dizeres-lhe, que estás a dar o teu melhor.

Contares-lhe, as vitórias que alcançaste.

Falares-lhe dos medos que se esbateram

Fazê-la sentir as pazes que se fizeram e os perdões que foram feitos.

E, também a ela, ser tolerante.

Ela pôde habitar dentro de ti toda esta existência e vai continuar a ditar as suas sentenças.

Se também tu, tiveres calma com ela na mesma medida em que a ensinas a ter calma contigo, com o tempo as suas sentenças serão cada vez mais leves e o tom da sua voz cada vez mais suave.

Até que chega ao dia em que ela te libertará dessa “pena” do julgamento próprio.

Para lidares melhor contigo lê também o post Humanizar o erro próprio.

 

 

 

 

Humanizar o erro próprio

Com o erro do outro posso eu bem!

Para o erro do outro aceito o pedido de desculpas.

Para o erro do outro tenho compaixão.

Para o erro do outro consigo ver o rosto humano do outro lado do erro.

E para o meu erro?

Aceitar que errei! Pedir desculpa a mim própria, pois afinal estou a dar o meu melhor! Reconhecer a minha humanidade ao cair e levantar, ao cair e levantar,erro após erro, assim como quem olha para uma criança aprender a andar!

Em vez de apontar o dedo a mim própria. Em vez de dizer a mim própria “I told you so”. Em vez de me “chibatar” em pensamento. Em vez de ser juíza de mim própria. Carrasco de mim própria.

Afinal, errar é humano e que eu saiba ainda faço parte dessa espécie.

Como dizia um amigo, o que vejo no outro começa por mim.

Hoje vou olhar para os meus erros com a mesma alegria que olho para uma criança a dar os primeiros passos, pois por vezes desafiamo-nos a  entrar em terras antes desconhecidas e esfolar os joelhos faz parte da aventura de ousarmos viver os nossos sonhos!

“(…) e a verdade te libertará.”

Esta é, provavelmente a maior verdade de todas as verdades, da história da nossa vivência enquanto seres nesta experiência de vida humana.

Quando estou a viver em inverdade com a “minha verdade” o meu corpo dá logo sinal, ou é um aperto na garganta ou um peso no coração.

O local físico do desconforto diz-me qual a energia que estou a reter e a guardar em mim.

Quando é na garganta, pergunto-me:

Que informação estou a guardar para mim em vez de partilhar? O que queria ter dito e deixei por dizer? Enfim, o que ficou por expressar algures em algum momento, situação, etc.

Quando é no peito na região do coração, pergunto-me:

Que amor estou a negar ao meu coração? Que outro sentimento, diferente do amor, estou a alimentar dentro de mim, dentro do meu coração?  

Estes são alguns exemplos de perguntas que faço, mas tão importante como a questão que me coloco é a verdadeira resposta a estas questões internas.

Pois a verdadeira resposta é a tal verdade que me(te,nos) liberta.

Aquela verdade que desata o nó na garganta e tira o peso do peito.

Aquela verdade que desafia pois é desafiante viver esta nossa verdade.

Implica sermos nós, implica sermos honestos com este nós, implica termos coragem para ser e viver esses Nós todos que habitam cá dentro.

Implica acolher partes minhas menos bonitas, menos honestas, por vezes retorcidas.

Implica abraçar o que é belo e o que brilha em mim.

Quando abraçamos e acolhemos este tudo em nós, reconhecemos o Todo da potencialidade que em nós habita.

Entregar-mo-nos a viver “a nossa verdadeira versão” é dos caminhos mais desafiantes de se viver. Por vezes dá um medo danado de sermos nós!

Vai e vive a tua verdade pois só mesmo ela te libertará!

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Guerreiros de Coração

“Eu aprendi que a coragem não é a ausência de medo, mas o triunfo sobre ele. O homem corajoso não é aquele que não sente medo, mas aquele que conquista por cima do medo.”

Esta citação de Nelson Mandela ficou-me gravada na memória, provavelmente por ser brilhante, mas também por ter mudado a minha visão sobre a dupla coragem/medo.

Até então via o medo como algo terrível, um inimigo à espera para me derrubar ou como um monstro escondido no escuro à espera para me assustar.

Quando o vencia (o inimigo ou o monstro) não via esse acto como algo corajoso, pelo contrário, sentia-me pequena e fraca por ter sentido aquele medo todo!

Hoje vejo o medo  (sim porque o “bogeyman” continua lá!) como um barómetro do meu coração. E quando avanço sobre o medo vejo-me como uma Guerreira que age com o Coração.

Sim, porque a palavra “coragem” tem origem na palavra em Latim CORATICUM em que “COR” significa coração e o sufixo “ATICUM” é  usado para indicar uma acção em relação ao radical anterior.

Portanto CORATICUM=CORAGEM é o mesmo que dizer : Aquele que Age com o Coração.

A ti desejo-te, que sejas muitas vezes na vida um “Guerreiro de Coração “.
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Acredita em Ti!

Já tive momentos na vida, de muitas certezas onde via apenas um caminho à minha frente.

Já tive momentos na vida, que travei a fundo quando percebi que estava prestes a cair num abismo.

Já tive momentos na vida, de pura euforia em que subi ao topo da montanha onde tudo parecia já conquistado.

Já tive momentos na vida, em que me tiraram o tapete debaixo dos pés.

Já tive momentos de choro, de raiva, de gargalhada incontrolável, de pânico, de medo, de pura fé e compaixão, de pena, de pura alegria e pura tristeza.

Já tive momentos de treva e já subi aos ceús.

Já tive muitos momentos, neste espectro da dimensão da vida humana.

Já tive momentos em que me senti apoiada.

Já tive momentos em que senti uma profunda solidão.

Mas, em todos os momentos, independentemente da sua carga, houve algo que sempre existiu e persistiu:

O meu EU, em toda a sua dimensão física, mental e espiritual.

Esses meus EUs, esse meu portfólio de partes, umas vezes mais uns que outros, sempre ficaram comigo em todos estes momentos.

Por isso TE digo:

Tu existirás sempre! Independentemente da forma ou dimensão em que existas. Independentemente dos momentos que vivas.

TU vais estar lá contigo e vais dar a mão a ti próprio pois és a única pessoa em quem vais sempre acreditar.

Desvia-te dessa casca de banana da dúvida sobre qualquer aspecto da tua pessoa!

Acredita sempre em ti e usa o seguinte mantra quando a dúvida sobre ti e as tuas capacidades começar a instalar-se:

“Todos podem deixar de acreditar em mim, mas a única pessoa que vai sempre acreditar sou eu!”

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O que tens e queres manter?

Estávamos a “mapear” em conjunto o estado actual da vida dela quando lhe perguntei:

  • O que tem neste momento na sua vida que quer manter?

A resposta dela atingiu-me como um tiro.

  • Quero manter o hábito que tenho que é o de tomar o pequeno-almoço fora, antes do trabalho, pois é o único momento do dia que tenho só para mim e onde aproveito para descansar a cabeça.

A resposta surpreendeu-me pela simplicidade e fez-me pensar.

Geralmente queremos manter “coisas” na nossa vida como por exemplo o emprego, o cão, o gato, a relaxão x, a amizade y, a casa, etc…  (sim também falo em meu nome pois também eu já fiz este exercício e respondi que queria manter a cadela, a relação amorosa, e por ai fora…). O que quero dizer com isto é que, na generalidade quer-se manter algo é externo e cuja nossa contribuição para  a sua permanência na nossa vida fica longe dos 100%.

Mas há algo que temos e que depende unicamente de cada um, a relação consigo próprio. Uma relação que, esta sim, é para toda a vida e como tal é a mais importante de todas, por isso convém para o nosso bem-estar, que esta seja saudável e que funcione a nosso favor.

A minha “coachee” respondeu-me com um hábito que tinha, que a energizava e que só dependia dela. Estar consigo mesma!

Quantas vezes colocamos em coisas externas a nossa felicidade e bem-estar, descuidando esta relação connosco próprios, que é a mais sagrada relação de todas e, esta sim, é para todo o Sempre!
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O Teu superpoder!

 

Já paraste para pensar no poder que existe em ti ao seres tu próprio? Num planeta com 7 mil milhões de seres humanos não há mais ninguém igual a ti!

Podem haver pessoas parecidas, idênticas, até mesmo muito parecidas ou aparentemente iguais, como os gêmeos idênticos, mas se olhares e observares bem encontras diferenças, por mais ténues que sejam, há diferenças!

Diferente não é igual e o que não é igual é diferente, único e especial pois não há termo de comparação, não há cópia, é raro.

Sim, tu és um SER RARO! Raro e valioso como uma pedra preciosa.

E já pensaste no potencial que existe em seres raro, em seres essa pessoa com as tuas características que mais ninguém tem, nesse potencial que há em ti e que só tu podes explorar pois é só teu e de mais ninguém?

Observa-te e o quão especial tu és.

Vou-te contar um segredo:

O Teu Super Poder és ser Tu! Esse é o teu verdadeiro SuperPower!

 

Se queres ler mais sobre superpoderes lê também “Acredita em Ti!”

 

Consciência 

“A consciência e a autoconsciência são como um antes, como uma base inerente à função da consciência, e o autoconhecimento é uma ação do agora que se reflete num “depois”, pois parte da base da consciência e da autoconsciência para analisar, refletir, inferir e pensar a experiência própria isto é, a autoexperiência.” Por Teresa Vilhena


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Filhos da Terra

“Que fazemos nós, hoje, agora, a esta nossa Mãe, a este útero externo que nos gerou numa relação indirecta, mas não menos próxima? Como tratamos nós humanos esta Mãe, nossa, dos nossos filhos, dos nossos netos, mãe das gerações que foram e das que hão-de vir? Que fazemos nós a esta nossa raiz térrea?” Por Teresa Vilhena